Muito louco ein Meire a publicação!
acho que tem um pouco da minha mão na 1° ed. se não me engano
ilustrando o conto do ilustríssimo Jackson
!!!
muito bom!
Meire meu caro, não vou ficar aqui nesse comentário como se fosse um convidado do programa da Hebe rs.
Primeiramente gostei da provocação que você faz sobre a arte conceitual, comungo com a sua opinião tácita que reflete o caráter institucional da arte, pois, com Kant a pergunta que se fazia sobre um objeto artístico era: isso é belo? Já com Duschamp a pergunta se torna: isso é arte? Os seus ready-mades comprovaram o quanto tem de pastiche e alegórico na arte de nosso tempo (contemporânea). E a foto que você comenta nessa edição como se fosse um psicanalista do inconsciente do olhar alheio, vem justamente para provocar esse edifício socialmente construído que chamamos Arte. E prova mais uma vez a máxima do artista do urinol que diz que: arte é tudo aquilo que está nos museus e artista é todo aquele que é reconhecido pelos seus pares.
Sobre o (re)leitura, o material e o simbólico estão muito bons, o trabalho de rosto ficou para mim como uma ruptura do referencial mimético, ou seja, seu trabalho ganha o status de autônomo em relação a “realidade” instantânea da fotografia.
Já o trabalho do verso, com o conceito de Conceito em seu item sete: legitimação suspeita, com uma gota chapada de um ventre feminino com um livro aberto em 180º tapando o respectivo sexo, caindo em direção a uma privada (um objeto da vida prosaica inserido em um contexto ainda não “legitimo” da arte) com a singela inscrição de: a fonte como se fosse mais um ready-made, com a exceção de sua assinatura no trabalho, o que me sugere mais uma provocação sua, confusa ainda, mas, de acordo com as demandas que esse assunto suscita, que é: o dissenso.
outubro 15, 2010 às 1:24 pm
Muito louco ein Meire a publicação!
acho que tem um pouco da minha mão na 1° ed. se não me engano
ilustrando o conto do ilustríssimo Jackson
!!!
muito bom!
outubro 19, 2010 às 3:46 am
Meire meu caro, não vou ficar aqui nesse comentário como se fosse um convidado do programa da Hebe rs.
Primeiramente gostei da provocação que você faz sobre a arte conceitual, comungo com a sua opinião tácita que reflete o caráter institucional da arte, pois, com Kant a pergunta que se fazia sobre um objeto artístico era: isso é belo? Já com Duschamp a pergunta se torna: isso é arte? Os seus ready-mades comprovaram o quanto tem de pastiche e alegórico na arte de nosso tempo (contemporânea). E a foto que você comenta nessa edição como se fosse um psicanalista do inconsciente do olhar alheio, vem justamente para provocar esse edifício socialmente construído que chamamos Arte. E prova mais uma vez a máxima do artista do urinol que diz que: arte é tudo aquilo que está nos museus e artista é todo aquele que é reconhecido pelos seus pares.
outubro 19, 2010 às 4:03 am
Sobre o (re)leitura, o material e o simbólico estão muito bons, o trabalho de rosto ficou para mim como uma ruptura do referencial mimético, ou seja, seu trabalho ganha o status de autônomo em relação a “realidade” instantânea da fotografia.
Já o trabalho do verso, com o conceito de Conceito em seu item sete: legitimação suspeita, com uma gota chapada de um ventre feminino com um livro aberto em 180º tapando o respectivo sexo, caindo em direção a uma privada (um objeto da vida prosaica inserido em um contexto ainda não “legitimo” da arte) com a singela inscrição de: a fonte como se fosse mais um ready-made, com a exceção de sua assinatura no trabalho, o que me sugere mais uma provocação sua, confusa ainda, mas, de acordo com as demandas que esse assunto suscita, que é: o dissenso.